Pinto da Costa crítica António Costa

O presidente do FC Porto voltou a criticar o governo e o Primeiro-Ministro derivado da ausência de público nos recintos desportivos, na fase decisiva das competições.

Durante a final do campeonato de basquetebol, Pinto da Costa voltou a não se esquecer dos espetáculos musicais, que estão abertos ao público. “É uma tristeza, num jogo importante, que merecia casa cheia, ver as bancadas sem qualquer pessoa. É lamentável e incompreensível. Ontem [sábado], tive a oportunidade de dizer ao ministro da Educação, na final da Champions, que eles estavam a ser os coveiros do desporto português e a dar um exemplo de, vou ser moderado, cretinice. Perguntei-lhe como é que era possível ter um jogo decisivo de basquetebol sem ninguém a decidir, quando tivemos 2500 pessoas no Pavilhão Rosa Mota a assistir a um espetáculo musical, aglomeradas, muitas delas sem máscaras. Ele disse-me que não sabia e ainda bem, porque para coisas estúpidas só os estúpidos são capazes de compreender, e assim é sinal de que é inteligente”, vincou o lendário dirigente,

Pinto da Costa fez questão de usar o exemplo da final da Liga dos Campeões, entre Chelsea e Manchester City, que se disputou com quase 16 mil adeptos presentes no Dragão.

“Ontem tivemos a prova de que é possível ter gente no estádio. Houve uma final da Champions, com público inglês, que é tradicionalmente perigoso, e sem o mínimo incidente no estádio. Existiram incidentes na baixa, omo albufeira, pela mesma hora, em todos os sítios há grandes aglomerados e se abusa do álcool como tradicionalmente fazem os ingleses. Agora, é da parte do governo um atestado de mediocridade ao povo português permitir que estrangeiros venham para nossos estádios e mais de 15 mil pessoas aqui estiveram, portugueses no mesmo estadio não pode vir ninguém. É esta pouca vergonha, de ter pavilhões para praticar desporto vazios e cheios para praticar espetáculos musicais. Ninguém compreender e o futebol português acaba por ser motivo de chacota lá fora», atirou, deixando um conselho a António Costa, líder do executivo: Demita-os e, se não é capaz, demita-se o senhor”.

Fotografia: FC Porto

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